segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Será que você é mesmo substituível?

Encontrei um ponto de vista muito interessante sobre esse tópico no LinkedIn e coloco aqui a minha opinião a respeito. Eu confesso que passei a vida inteira com uma resposta pronta para esse tipo de pergunta: claro que ninguém é insubstituível!

Porém, lendo esse texto fica muito claro que essa não é a verdade universal. Acabei mudando a minha opinião e chegando à conclusão de que cada um de nós e de todos os talentos que contratamos, recolocamos ou desenvolvemos são sim insubstituível se observamos que existe um toque pessoal em cada ação para desenvolver seus papéis profissionais ou pessoais.

E o que podemos absorver dessa nova maneira de pensar lidando com o desenvolvimento de gestores?

E vocês, gestores, o que pensam a respeito de olhar sob essa ótica para os talentos que estão desenvolvendo em suas atuais equipes?

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As redes sociais e o processo de recrutamento

As redes sociais encontradas hoje na internet são fontes efetivas no processo de recrutamento?

Um dia desses eu estava surfando numa dessas redes de relacionamento profissional e encontrei uma enquete abordando justamente esse assunto. Deixei lá o meu ponto de vista, mas como tenho a sensação de que o assunto é rico e pode render muitos comentários, resolvi trazê-lo para o nosso espaço.

A enquete tinha como objetivo saber se redes sociais como o "Twitter" e o "Facebook" são ferramentas úteis para os recrutadores. Havia opiniões diversas, desde os que acreditavam que sim até os que acham que esse tipo de rede funciona somente para estabelecer e manter contatos pessoais.

Entre os que acreditam que elas são ferramentas úteis no processo de recrutamento, um ponto era comum entre todos: apesar de existirem novas formas de encontrar candidatos e informação sobre o perfil deles, o trabalho duro continua sendo feito pelo recrutador.

E vocês, o que acham sobre as redes sociais no processo de recrutamento? Elas ajudam? Quais são as mais úteis? Compartilhem suas experiências!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Licença Maternidade extendida

Pessoal, quero saber como esse assunto vem sendo tratado nas organizações em que vocês trabalham.

Alguma preocupação que devemos passar a ter?

Que tipo de manifestações sobre o assunto vocês têm presenciado?

Vamos compartilhar. Esse é um espaço para a troca de conhecimento e experiências. Espero ouvir de vocês.

Escutatória

Gente, achei o máximo essa manifestação do Rubem Alves sobre a famigerada habilidade de ouvir. Nós que vivemos o dia a dia das organizações passamos o dia falando, falando e falando...sobre ouvir! Porém, quando é que nós, profissionais em geral e, principalmente de recursos humanos, efetivamente exercitamos o ouvir? E como torná-lo um hábito diário assim como a nossa higiene pessoal? É isso o que tenho para dividir com vocês hoje.

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Inteligência Coletiva - Já ouviram falar sobre esse tema?

Quero dividir com vocês um material sobre esse assunto que li recentemente e que, além de me atrair muito, me fez pensar bastante. Confesso que ainda não consegui formar uma opinião final, mas adianto que muitos pensadores e estudiosos do mundo moderno estão incluindo essa tal tecnologia no desenvolvimento de novas metodologias para o desenvolvimento pessoal e profissional. Dessa forma, as organizações começam a olhar para o futuro, hoje.

Esse tema fala sobre o poder de tomada de ação e realização que as pessoas têm quando pensam juntas em prol de um objetivo comum. Vocês devem estar se perguntando: ok, e o que isso tem de novo? Pois é, eu também me fiz a mesma pergunta.

Na verdade, eu entendi que o tema principal não tem nada de novo. O que muda é o formato que esta metodologia traz para ser implementada nas organizações. Ou seja, uma forma organizada de transformar as ideias e a energia de todos os profissionais em ações concretas na condução dos negócios, além de efetivamente trazer os resultados projetados.

Outro ponto que achei interessante é como fazem a ligação dessa metodologia com o desenvolvimento de ações de liderança. Isto é, o líder deve ter um novo olhar para as conversas e o conhecimento que os membros de sua equipe têm, buscando uma liderança através da gestão do conhecimento existente em seu grupo.

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