Encontrei um ponto de vista muito interessante sobre esse tópico no LinkedIn e coloco aqui a minha opinião a respeito. Eu confesso que passei a vida inteira com uma resposta pronta para esse tipo de pergunta: claro que ninguém é insubstituível!
Porém, lendo esse texto fica muito claro que essa não é a verdade universal. Acabei mudando a minha opinião e chegando à conclusão de que cada um de nós e de todos os talentos que contratamos, recolocamos ou desenvolvemos são sim insubstituível se observamos que existe um toque pessoal em cada ação para desenvolver seus papéis profissionais ou pessoais.
E o que podemos absorver dessa nova maneira de pensar lidando com o desenvolvimento de gestores?
E vocês, gestores, o que pensam a respeito de olhar sob essa ótica para os talentos que estão desenvolvendo em suas atuais equipes?
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Nadcha - gostei do tema que você mencionou. O mundo do trabalho nos faz prestar atenção nas pessoas ao nosso redor da mesma forma que prestamos atenção em nosso próprio relógio de pulso. (desafio vocês a cobrirem seu relógio de pulso e descrevê-lo na íntegra - quantos números tem? qual a cor dos ponteiros, a cor do fundo, os números são algarísmos romanos?, etc). Aposto que a resposta foi 'puxa não conheço meu relógio!'. Pois é, não o conhecemos pois olhamos pra ele para saber as horas e acabamos não prestando atenção em como ele realmente é. Será que não temos feito o mesmo com nossos subordinados? Eu confesso que tenho um 'bocado' a melhorar. Talvez quando prestar mais atenção neles vou perceber que são 'insubstituíveis'.
ResponderExcluirabraço a todos - Rogério Babler